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Champagne – seus estilos

  • Foto do escritor: Maria Amaral
    Maria Amaral
  • 17 de abr. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de jan.

Um requisito primordial do champagne é manter sua qualidade. No entanto, todo o processo vai depender do microclima e do terroir, algo quase impossível de controlarmos.

Porém, quando a safra atinge um resultado excepcional, devido a diversos fatores, ela recebe um número de safra chamada de Vintage.


Fonte: Wine Folly
Fonte: Wine Folly

Champagne Vintage

Esses são champagnes, também conhecidos como Millesime, produzidos individualmente a partir de uvas de um único ano, declarado como um ano excepcional pelas Casas de Champagne, por sua colheita excepcional. Normalmente esse fato acontece a cada 03 a 04 anos em uma década, representando aproximadamente menos de 5% da produção total do champanhe.

Os vinhos são elaborados e produzidos 100% a partir do ano então declarado, e envelhecidos por pelo menos 03 a 04 anos em borras nas adegas dos próprios produtores antes de serem vendidos comercialmente, o que significa que não podem ser comercializados até pelo menos 36 meses após o primeiro de Janeiro do ano-safra seguinte. São conhecidos por sua complexidade e intensidade de sabor e corpo.

Champagne Non Vintage (NV)

Esse estilo de champagne é o mais conhecido, por ser elaborado pela mistura de uvas colhidas em anos e colheitas diferentes. Após a mistura deverá ser envelhecido por pelo menos de 05 a 08 anos em garrafa, antes de ser comercializado. Uma condição legal, que deverá ser respeitada pelos produtores da bebida, garantindo assim o sabor e a qualidade do produto final.

Champagne Prestige Cuvée ou Special Cuvée

Como o próprio nome sugere são Champagnes produzidos a partir de vinhos bases de altíssima qualidade, provenientes dos melhores vinhedos.

Esses champagnes normalmente possuem safra datada e são maturados por vários anos, para somente então serem lançados no mercado.

Fonte: Wine Folly
Fonte: Wine Folly

Champagne Blanc de Blancs

Produzidos exclusivamente a partir da casta branca Chardonnay, daí o nome “Blanc de Blancs”. Podendo apresentar um maior potencial de envelhecimento, chegando a desenvolver aromas complexos.

Champagne Blanc de Noirs

Champagne produzido literalmente a partir das castas pretas Pinot Noir ou das castas tintas Pinot Meunier, e também pode ser uma mistura de ambas. Apropriadamente nomeada de "Black de Noirs", .

Champagne Rosé

Produzido através da técnica tradicional conhecida como "Rosé de Maceration" ou "Saignée", estes champagnes são considerados os champagnes rosé da mais alta qualidade.

A palavra "Saignée" significa sangramento e refere-se a uma pequena quantidade de suco tinto, proveniente da mistura de uvas tintas e brancas usadas na prensagem.

Champagne Récemment Dégorgé (R.D.)

Champagnes que passaram por envelhecimento prolongado. A sigla "R.D." significa um champagne expelido antes de ser comercializado, tendo tido o máximo contato com as borras.

Champagne Grande Marque

Este champagne faz referência aos 24 membros do "Club des Grandes Marques", extinto em 1997. Dentre eles estavam as casas que ainda são referenciadas como Grandes Marques: Bollinger, Charles Hiedsieck, Heidsieck & Co., Krug, Möet et Chandon, Mumm, Pommery, Ruinart, Tattinger, Monopole, Veuve Clicquot. Um dos motivos pelo seu término foi a falta de uma garantia mínima para o produto final.



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